Posts filed under ‘Institutos de Investigação’
Petição – Não destruam a investigação
Não destruam a investigação
Apelo de investigadores para proteger campo de ensaios
Segundo John Pickett, o líder do grupo de Ecologia Química, no Instituto Rothamsted: “No dia 27 de Maio de 2012, activistas anti-transgénicos estão a planear destruir um campo de ensaios de um trabalho do grupo de investigação de Ecologia Química do Instituto Rothamsted, no Reino Unido. Nesse campo foram cultivadas variedades de trigo geneticamente modificado resistentes ao ataque de pragas de afídeos, sendo que o estudo tem como objectivo perceber se existem beneficios ambientais da utilização dessas variedades transgénicas, pois a quantidade de insecticidas aplicada para proteger as culturas de ataques é menor. Este estudo não tem objectivos comerciais”.
Gia Aradottir, investigadora do grupo de Biologia dos Insectos do Instituto Rothamsted explica que “como cientistas, sabemos muito bem que não temos todas as respostas, mas se o trabalho for destruído, vamos perder anos de investigação e nunca saberemos se a utilização destas variedades reduzirá os impactos ambientais”.
O grupo de investigadores está a apelar para que os activistas não destruam o trabalho através de uma petição.
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Projecto «Nanovalor» vai juntar Galiza e do Norte de Portugal
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Consórcio ibérico de nanotecnologia
Projecto «Nanovalor» vai juntar Galiza e do Norte de Portugal
2 Dezembro 2011 – Ciência Hoje
A Universidade do Minho (UMinho) apresentou hoje o projecto «NanoValor», que pretende “aproximar os actores-chave na nanotecnologia da Galiza e do Norte de Portugal”. O objectivo é aumentar a competitividade e potenciar a investigação e o desenvolvimento tecnológico.
Em comunicado, a UMinho explica que o projecto, que será por si coordenado, contará com a participação em consórcio de oito instituições do Norte de Portugal e da Galiza.
Simpósio – Floresta 2050 – Pensar o Futuro Dias 6 e 7 de Outubro de 2011, Oeiras
Simpósio
Floresta 2050 – Pensar o Futuro
6 e 7 de Outubro de 2011, Oeiras
A Floresta do nosso Futuro
A floresta cultivada em Portugal é um dos principais esteios da produção primária nacional, garantindo matéria-prima para uma diversidade de sectores industriais, ao mesmo tempo que presta serviços ambientais relevantes, não só como sumidouro de dióxido de carbono, mas também como promotor da preservação da biodiversidade. A floresta é ainda organizadora do território e garante da estabilidade social e económica.
O planeamento florestal é assim, um desígnio nacional. Devido aos seus ciclos longos de crescimento, é necessário pensar a floresta não para amanhã, mas para os decénios vindouros.
O Simpósio – Floresta 2050, pensar o Futuro – tem este objectivo estratégico: fazer a análise prospectiva da floresta, utilizando ferramentas de diversas áreas disciplinares para perspectivar as necessidades de produção de matéria-prima florestal, enquadrada numa gestão equilibrada dos recursos, do território e do património ambiental e aliada à utilização dos materiais florestais mais adaptados às finalidades da floresta.
Base de Dados online sobre plantas agrícolas
Base de Dados online
sobre plantas agrícolas
com novas características
A base de de dados CERA – Centro de Avaliação de Risco Ambiental – inclui informações de biossegurança sobre plantas com novas características, melhoradas através de métodos convencionais – como a hibridação de plantas ou de mutagénese acelerada – ou ainda através de tecnologias de DNA recombinante, também conhecidas como engenharia genética.
Esta base de dados inclui apenas plantas regulamentadas no Canadá. Essas plantas podem estar regulamentadas, mas não serem comercializadas naquele país.
Biomedicina – Centro de Investigação da Fundação Champalimaud
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Fim da construção do “Champalimaud Centre for the Unknown”
5 Outubro 2010 – Fundação Champalimaud
O Centro de Investigação Champalimaud concretiza o objectivo da Fundação de construir um centro de investigação científica multidisciplinar, translacional e de referência no campo da biomedicina. Este Centro garantirá todas as condições para que investigadores e académicos, nacionais e estrangeiros, desenvolvam projectos de excelência nas áreas das neurociências e da oncologia.
O Centro dispõe de excelentes condições e das mais modernas tecnologias para investigação biomédica, bem como das infra-estruturas necessárias ao ensino pós-graduado e a programas de mestrado e de doutoramento.
Para prosseguir estes objectivos a Fundação optou por um modelo de eficácia comprovada: a investigação translacional, ou seja, fazendo permanentemente a ponte entre a investigação básica e a investigação clínica, assegurando que as descobertas científicas e as novas tecnologias se aplicam no desenvolvimento e no ensaio de soluções para os problemas clinicamente relevantes. Desta ligação íntima entre cientistas e médicos, entre investigação e tratamento, nasce mais rapidamente a resposta para os problemas que afligem as pessoas.
O Centro Champalimaud será aberto ao público e para ser usados por todos. Os jardins e restantes áreas públicas ocuparão uma parte substancial do espaço disponível. Jardins panorâmicos com uma grande variedade de árvores e áreas verdes, um anfiteatro ao ar livre para a realização de espectáculos musicais, sessões científicas ou artísticas – tudo isto tendo como pano de fundo a água e o Tejo – ficarão à disposição da cidade.
Nature: BOOM da Biotecnologia Brasileira
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Nature:
BOOM da Biotecnologia Brasileira
29 Julho 2010 – Biotec-Zone | Nature
Há uma década atrás a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) projectou os alicerces da Biotecnologia no Brasil para níveis nunca antes vislumbrados, com o investimento de 12 milhões de dólares, com apoio governamental. Este investimento disponibilizou a muitos laboratórios equipamento de sequenciação, computadores, reagentes e todo o material necessário para dar o pontapé de partida no desenvolvimento da Biotecnologia brasileira.
Em 2000, surgiram os primeiros frutos deste ambicioso projecto, com a sequenciação de um microrganismo patogénico de citrino, a Xylella fastidiosa, num artigo publicado na revista Nature. Mas este foi apenas o início. A sequenciação de outros microrganismos patogénicos para a cana-de-açúcar e outros citrinos têm sido alvo de amplo estudo, com enormes aplicações na agricultura.
Inauguração de novo edifício do Biocant
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Inauguração de novo edifício do Biocant
10 Fevereiro 2010 – Biotecnologia-Portugal | Biotec-Zone
A inauguração do Biocant II alarga para 15 o número de empresas ligadas à investigação em biotecnologia sedeadas no Biocant e marca o início da segunda fase do projecto, iniciado em finais de 2005.
“O plano de expansão implica mais três edifícios, um dos quais, o do Centro de Neurociências [e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (CNC/UC], é determinante para o futuro do projeto”, disse hoje à agência Lusa Carlos Faro, presidente do conselho de administração do Biocant.
Segundo aquele responsável, também director científico do parque de biotecnologia, o edifício do CNC/UC “vai permitir atingir a massa crítica”, possibilitando a transferência para Cantanhede de 150 investigadores.
Investigação em Genómica de Oliveira prevê Inovação para Viveiristas
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Investigação em Genómica de Oliveira prevê Inovação para Viveiristas
21 Outubro 2009 – ResearchCafe
A novidade da abordagem de um projecto da Universidade de Évora pretende tornar a propagação vegetal de oliveira mais eficaz com a ajuda da Biologia Molecular. Esse projecto foi recentemente apresentado em conferências internacionais na Itália e em Portugal e atraiu a atenção da comunidade científica e tecnológica ligada à oliveira.
A partir desse projecto criou-se uma cooperação bilateral da UE com um grupo da Tunísia. A Cátedra EU Marie Curie recebe os investigadores da Tunísia em Outubro para a participação neste projecto inovador.
Este grupo está a organizar o próximo evento internacional, “Olivebioteq2009″, em Sfax, Tunísia, e convidou a coordenadora do projecto, a investigadora, Birgit Arnholdt-Schmitt, para ser membro do comité científico do evento internacional.
As árvores de oliveira são normalmente propagadas pelos cortes de estacas tratadas com hormonas que induzem o crescimento de raízes adventícias na base das estacas. Após o desenvolvimento de raízes num substrato, as plantas podem ser transplantadas para terra e crescer em condições de campo originando novas árvores. Todo este processo parece fácil. Mas para os viveiristas de oliveira há um problema: a facilidade de enraizar depende do genoma da árvore. Infelizmente, muitas vezes uma cultivar que tem um grande valor para a produção de oliveira com alta qualidade, como o cultivar português “Galega vulgar”, não tem uma boa capacidade genética de enraizar com facilidade.
Centros de Investigação e empresas de Biotecnologia colaboram em Centro Virtual de Imunoterapia
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Centros de Investigação e empresas de Biotecnologia
colaboram em Centro Virtual de Imunoterapia
22 Setembro 2009 – CienciaPt | Biotec-Zone
Foi criada uma nova rede de cooperação entre empresas e centros de investigação em biotecnologia, com o intuito de desenvolver a imunoterapia no sudoeste do continente europeu. O objectivo foi possibilitar a criação de um Centro Virtual onde estes cientistas possam partilhar recursos e informações para o desenvolvimento de fármacos de utilidade na terapia contra o cancro, nas doenças auto-imunes (como a asma e as alergias) e nas doenças infecciosas.
A rede – Immunonet – é financiada pelo Programa de Cooperação Territorial Espaço Sudoeste Europeu (SUDOE) do FEDER e o valor (um milhão de euros) será distribuído pelos 13 parceiros da rede – onde se destacam os portugueses: Instituto de Medicina Molecular, através da Unidade de Imunologia Celular, o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, através do Laboratório de Imunologia Mário Arala Chaves e a PME Biotecnol. A coordenação da rede está a cargo da Universidade de Vigo.
Website – Centro Nacional de Biotecnologia, Espanha
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Website
Centro Nacional de Biotecnologia, Espanha
O website do CNB – Centro Nacional de Biotecnologia, Espanha, para além de disponibilizar informação sobre as suas actividades científicas disponibiliza também outros recursos como notícias e recursos educativos relacionados com as aplicações biotecnológicas à saúde, à agricultura e ao meio ambiente.

