NOVA DATA – Inscrições até 31 JAN 2011 – Concurso AGROBIOTECNOLOGIA e BIODIVERSIDADE

NOVA DATA

Inscrições até 31 de JANEIRO de 2011

Regulamento do Concurso

– AGROBIOTECNOLOGIA 

e BIODIVERSIDADE –

10º ao 12º Ano | Envio até 31 de Março de 2011

 

O CiB – Centro de Informação de Biotecnologia está a promover o concurso «Agrobiotecnologia e Biodiversidade» destinado aos alunos do Ensino Secundário ou equivalente, durante o ano lectivo 2010/2011.

 

Com este concurso o CiB pretende contribuir para a promoção do conhecimento científico sobre a agrobiotecnologia e a biodiversidade e estimular a cultura científica e tecnológica, nomeadamente na área da biotecnologia aplicada à agricultura e a sua relevância para a diversidade biológica.

A Biotecnologia é fonte para excelentes histórias. Para as contar é necessário partir em busca de respostas com a curiosidade aguçada. Para abordarem e discutirem o tema proposto – Agrobiotecnologia e Biodiversidade – os alunos podem utilizar a sua criatividade utilizando três tipos de formato: (texto e imagens ou vídeo).

Serão seleccionados os três melhores trabalhos enviados até 31 de Março de 2011. Os prémios incluem leitores MP4 e vales-cheque destinados à aquisição de livros e material informático. Todos os alunos e professores premiados receberão um diploma.

Os interessados deverão enviar a ficha de inscrição, segundo as regras do regulamento, até 31 de Janeiro de 2011.

O CiB recomenda que alunos e professores 

leiam atentamente o regulamento

de forma a cumprirem todos os pontos descritos.

 

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Download

do Regulamento do Concurso

e Ficha de Inscrição

(Formato PDF) 

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do Poster de Divulgação

(Formato JPG)
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Carne e leite de animais clonados consumidos sem perigo

Carne e leite de animais clonados consumidos sem perigo

Governo britânico atesta semelhança
em relação a produtos convencionais

26 Novembro 2010 – Ciência Hoje


Um grupo de especialistas, próximo do governo britânico, concluiu que a carne e o leite de animais clonados e seus descendentes podem ser consumidos sem perigo e são parecidos com os produtos convencionais, segundo foi hoje noticiado.

O debate sobre o consumo de produtos de origem bovina clonados surgiu depois do jornal britânico International Herald Tribune ter noticiado, em finais de Julho, que criadores europeus tinham começado a explorar a produção de animais clonados sem legislação própria.

O grupo de especialistas sobre os novos alimentos e transformações (ACNFP), um organismo encarregado de aconselhar o governo britânico, considerou que os produtos de animais clonados “não são susceptíveis de apresentar riscos para o consumo”.

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Novo guia da EFSA para avaliação de risco ambiental de plantas GM

Novo guia da EFSA para avaliação
de risco ambiental de plantas GM

24 Novembro 2010 – EFSA

A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar – EFSA actualizou o guia de avaliação de risco ambiental de plantas geneticamente modificadas (GM) depois de um estudo do estado da arte nesta área do conhecimento científico.

O novo guia  indica métodos de avaliação de impacto ambiental de plantas transgénicas que deve ser realizada pelos especialistas do painel dos Organismos Geneticamente Modificados daquela instituição europeia antes da autorização de de novas variedades GM na União Europeia. O guia inclui exigências como a selecção de variedades homólogas não GM para comparação com as GM nos ensaios de campo e  as condições ambientais desses ensaios, os efeitos a longo prazo e o design experimental em laboratório e no campo, assim como a análise estatística utilizada para tratar e interpretar os resultados obtidos dessas experiências laboratorias e dos ensaios de campo.

 

Download do Guia
Guidance on the environmental risk assessment
of genetically modified plants

Bactéria comum pode fechar fissuras em edifícios

Bactéria comum pode fechar fissuras em edifícios
Ser unicelular adquire a capacidade de selar
com a mesma solidez do cimento

24 Novembro 2010 – Ciência Hoje

Investigadores da Universidade de Newcastle modificaram geneticamente uma bactéria (a BacillaFilla) – existente no solo em quase todo o mundo – que tem a capacidade de regenerar fissuras produzidas na estrutura do cimento. Quando este ser unicelular se encontra em contacto com o material, segrega carbonato de cálcio e uma espécie de cola que, em conjunto, adquirem a solidez da massa usada em construções.

Os autores provêm de diferentes áreas, tal como informática, engenharia civil, microbiologia ou bioquímica e participaram no concurso Internacional «Genetically Engineered Machines» (iGEM, o Máquinas Manipuladas Geneticamente), organizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em Boston (EUA). O objectivo do iGEM é incentivar estudantes a desenvolver organismos, com técnicas de engenharia genética par criar “algo novo e útil”.

O projecto da Universidade de Newcastle centrou-se em prolongar a vida de estruturas cuja construção é ecologicamente dispendiosa. Os micróbios originais, bactéria comum presente no solo, foram modificados para posteriormente serem introduzidas nas fissuras. Estes, uma vez aplicados, começam a reproduzir-se e a excretar uma mescla de carbonato de cálcio e cola, que após endurecer adquire uma rigidez semelhante ao cimento e com a capacidade de selar.

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Nova série de artigos sobre Nanotecnologia e Saúde

 

Nova série de artigos sobre Nanotecnologia e Saúde

24 Novembro 2010 – SciDev

 

O portal Science and Development Network – SciDev.net publicou uma série de artigos relacionados com as Nanotecnologias aplicadas à Saúde.



Guia – Divulgação de células estaminais embrionárias

 

Guia
Como informar sobre células estaminais embrionárias

Junho 2010 – SciDev

Esclarecer os conceitos básicos
Não dar falsas esperanças
Informar sobre os inconvenientes
Contextualizar a informação
Preservar a objectividade
Expressar uma opinião

Luisa Massarani publicou no portal SciDev um guia online útil para jornalistas e divulgadores de ciência. O guia aborda formas de fazer “bom jornalismo” sobre o tema controverso da investigação com células estaminais embrionárias.

Estas células têm a propriedade extraordinária de se conseguirem desenvolver em qualquer célula altamente especializada do corpo, através de um processo conhecido por diferenciação. Esta característica poderá ser utilizada como tratamento para diferentes doenças, desde a diabetes à doenla de Alzheimer.

Este tema tem originado inúmeras publicações nos meios de comunicação social, desde as suas maravilhosas possibilidades até à condenação de uma ciência que destrói o embrião humano.

A investigação das células estaminais é um dos temas mais complexos de abordar nos media, porque apesar do seu potencial, provavelmente os seus benefícios são se farão sentir nas próximas décadas e não está isenta de riscos e de gerar profundas paixões.

Não existindo uma fórmula simples de informar sobre a ciência das células estaminais, a autora deixa algumas regras para garantir que a sua cobertura seja responsável e informativa.

LER o Guia
Reporting embryonic stem cell science

 

(disponível em Inglês, Espanhol, Francês e Chinês)

Plantas transgénicas “não ameaçam saúde pública”

Plantas transgénicas
“não ameaçam saúde pública”

20 Novembro 2010 – DN.pt

Investigador de Coimbra aponta vantagens no uso destas plantas: maior resistência a fungos, à salinidade ou uma maior sobrevivência em solos com menos quantidade de água.

Podem as plantas transgénicas ser importantes para a sociedade e não pôr em perigo a saúde pública? Um investigador português que desenvolveu trabalho nesta área acredita que sim. “Constituem mais uma ferramenta com o objectivo de melhorar as espécies que são cultivadas”, salienta Jorge Canhoto, docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

Em Portugal, reconhece, a cultura transgénica “ainda é residual”. Segundo dados da Direcção-Geral de Agricultura e Pescas, de 11 de Outubro, a área de cultivo de milho geneticamente modificado ocupa 4868,5 hectares, correspondentes a 191 plantações, a maioria no Alentejo.

Curiosamente, diz Jorge Canhoto, “foi muito cultivada em Portugal uma espécie que não existia na natureza e que foi criada pelos cientistas: o triticale, um híbrido resultante do cruzamento entre o trigo e o centeio”. Porém, destaca o investigador, “esta situação não parece preocupar muito o movimento ecologista”. “Talvez não saibam que existe”, ironiza.

Jorge Canhoto explica que o uso da engenharia genética permite ultrapassar limitações no melhoramento das plantas e acrescenta que as “técnicas de engenharia genética não devem ser vistas como alternativa às técnicas convencionais, são antes complementares”.

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3 PERGUNTAS A Jorge Canhoto
“São ferramenta para melhorar espécies”

Investigador Português considera a manipulação genética “ uma tecnologia segura”

Novo livro de Biotecnologia Vegetal
Investigador considera a manipulação genética
“uma tecnologia segura”

18 Novembro 2010 – Redacção Planetazul

 

“A manipulação genética de plantas é uma tecnologia segura”. Esta é a opinião de Jorge Canhoto, investigador da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), no livro “Biotecnologia Vegetal – da Clonagem de Plantas à Transformação Genética”.

“Os receios são, na maioria dos casos, infundados, sem sustentação de natureza científica. A manipulação genética de plantas é uma tecnologia actual que permite a obtenção de uma grande diversidade de características, que vão desde a possibilidade de resistência a insectos ou herbicidas até à produção de compostos químicos de interesse industrial”, garantiu o investigador.

De acordo com a Agência Lusa, durante os 10 capítulos do livro, que acaba de ser lançado pela Imprensa da Universidade de Coimbra, o autor explica o que é a clonagem de plantas, como é feita e para que serve.

Jorge Canhoto lembrou que estas práticas já são realizadas a larga escala em países como os EUA, Brasil e Canadá, e “tanto quanto se sabe são tão seguras como as outras” não sendo “conhecidos problemas para a saúde pública nem ambientais”.

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Vinhos hipo-alergénicos podem evitar faltas de ar e espirros nos apreciadores de vinho


Vinhos hipo-alergénicos podem evitar faltas de ar e espirros
nos apreciadores de vinho

17 Novembro 2010 – EurekAlert

Investigadores identificaram o misterioso culpado que ameaça com dores de cabeça, nariz entupido, erupções cutâneas e outros sintomas de alergia após a ingestão de vinho a cerca de 500 milhões de pessoas.

Esta descoberta poderá ajudar no desenvolvimento dos primeiros vinhos hipo-alergénicos, tintos ou brancos, com potencial reduzido para causar alergias. Esta investigação foi publicada na revista Journal of Proteome Research.

Estima-se que oito por cento da população mundial sofre de alergia a vinho tinto e a vinho branco. Outros estudos sugerem que são glicoproteínas, produzidas durante a fermentação das uvas, que provocam a maior parte das alergias. Contudo, sabe-se pouco sobre a estrutura e função dessas moléculas no vinho.

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Espuma de plástico biodegradável produzida a partir de proteínas do leite e de argila

Espuma de plástico biodegradável
produzida a partir de proteínas do leite e de argila

17 Novembro 2010 – EurekAlert

Os resíduos de plástico que ficam depositados nos aterros são constante preocupação, assim como a dependência do petróleo para o seu fabrico.

Para fazer face a estas preocupações, uma equipa de investigadores desenvolveram um novo plástico ultra-leve e biodegradável produzido a partir de matérias-primas improváveis: leite e argila. A nova substância pode ser utilizada, por exemplo, em almofadas de móveis, embalagens, como isolante, entre outras aplicações. Os resultados desta investigação foram publicados na revista científica   Biomacromolecules.

Oitenta por cento das proteínas do leite de vaca consiste em caseína, já utilizada em adesivos e papéis auto-colantes.  Mas a caseína não é muito resistente. Para reforçar as suas propriedades, os investigadores misturaram argila e gliceraldeído que provoca a ligação destas substâncias umas com as outras. Através de um processo de congelação e secagem da mistura resultante conseguiram produzir um aerogel esponjoso, uma substância tão leve à qual chamaram “fumo sólido”.

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