Evento | “Biotecnologia Vegetal para a Sustentabilidade e Economia Global”

 

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Créditos da imagem: ja ma, Unsplash

A Biotecnologia Vegetal pode ajudar a enfrentar os desafios de produzir mais produtos alimentícios derivados de plantas e matérias-primas, em condições mais sustentáveis ​​do ponto de vista ambiental. No seminário “Biotecnologia Vegetal para a Sustentabilidade e Economia Global”, que amanhã terá lugar no Auditório do ITQB NOVA, em Oeiras, vários exemplos serão dados e discutidos.

Num cenário de alterações climáticas e perante a necessidade de aumentar a produção global de produtos à base de plantas, a biotecnologia vegetal está a fornecer cada vez mais ferramentas para enfrentar o desafio de produzir mais produtos alimentícios e matérias-primas, aumentando os cuidados para a sustentabilidade ambiental.

Se utilizadas de maneira adequada, as ferramentas disponíveis podem ajudar a preservar os ecossistemas do planeta e apoiar uma economia de base biológica.

Neste encontro, alguns exemplos muito relevantes de investigação aplicada realizadas em duas empresas – uma no sul da Europa (Espanha) e outra em África (Uganda) – serão dados pelos cientistas responsáveis ​​e discutidos à luz do impacto que a biotecnologia teve ou pode vir ter na produção, no meio ambiente e economia.

Organizado no âmbito das comemorações do Dia Internacional do Fascínio das Plantas, este evento está integrado no Programa Internacional de Doutorado “Plants for Life”e contará com vários palestrantes convidados, entre os quais William Otim-Nape, do Instituto de Inovações da África (Kampala, Uganda) e Alfredo Mateo, da Corteva Agriscience (Sevilha, Espanha), que compartilharão as suas experiências e irão mostrar-nos duas realidades muito diferentes.

Haverá ainda lugar para um workshop, no qual os alunos do “Plants for Life” contribuirão com três estudos de caso de ameaças bióticas que afetam a produção agrícola – estado da arte e abordagens para obter proteção contra a Tuta absoluta (Bárbara Rebelo e Matilde Lopes), a Puccinia graminis ou ferrugem do caule (Maria Faustino e Merijn Moens) e a Drosophila susuki ou drosófila de asas pintadas (Hugo Alves e Diana Barata).

A presidir a esta iniciativa estará Benvindo Maçãs, criador e diretor da Unidade de Biotecnologia e Recursos Genéticos, INIAV, Portugal, e Margarida Oliveira, directora da Unidade de Investigação da FCT “Biorecursos para a Sustentabilidade” e do Plant Functional Laboratório de Genómica do ITQB NOVA.

A participação é gratuita e aberta ao público.

Programa completo aqui.

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