EUA vão financiar investigação sobre células estaminais em embriões

Primeiro rascunho da nova regulamentação
EUA vão financiar investigação sobre células estaminais em embriões

17 Abril 2009 – Público.PT

A Administração Obama vai revelar hoje um primeiro rascunho das regras para financiar com dinheiros públicos federais a investigação sobre células estaminais – apenas os embriões excedentários dos tratados de infertilidade poderão ser usados para fazer experiências.

Segundo o jornal “The Washington Post”, que adianta o conteúdo da regulamentação elaborada pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês), não será permitido criar embriões humanos especificamente para investigar doenças e tentar desenvolver tratamentos, para problemas como a diabetes do tipo I. “Há um grande apoio popular para a utilização de embriões excedentários das clínicas de fertilidade, mas o mesmo não acontece com o uso de células estaminais provenientes de outras fontes”, justificou ao jornal Raynard Kington, director interino dos NIH.

Só em Julho será divulgada a versão definitiva da nova regulamentação, que está a ser elaborada em resultado da decisão anunciada pelo Presidente Barack Obama no mês passado, que punha fim às restrições impostas por George W. Bush ao financiamento com dinheiros de Washington deste tipo de investigação (só era financiada investigação com culturas celulares isoladas antes de 9 de Agosto de 2001, que totalizavam 21).

A legislação federal dos Estados Unidos impede a utilização de dinheiro dos impostos para criar ou destruir embriões humanos. Mas é permitido usar fundos privados para esse fim. A restrição da investigação a embriões já criados para tratamentos de infertilidade, e congelados nas clínicas, muitas vezes para serem destruídos, é uma solução de compromisso.

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Portugal não pensa parar cultivo de milho GM MON810

Portugal não pensa parar cultivo de milho GM MON810

1 5 Abril 2009 – DN.PT

A Alemanha decidiu juntar-se ao grupo de países europeus que suspenderam o cultivo do milho transgénico por temer o impacto que este possa ter no meio ambiente e na vida humana. Na lista estavam já outros cinco Estados membros da União Europeia: França, Grécia, Áustria, Hungria e Luxemburgo.

A ministra dos Assuntos Agro-Pecuários e da Defesa do Consumidor, Ilse Aigner, anunciou a decisão de não autorizar mais o cultivo de de sementes de milho MON810, comercializado pelo gigante agrícola norte-americano Monsanto. Portugal cultiva esta variedade de milho desde 2005 e, até agora, “os dados disponíveis indicam que não há motivos para suspender o cultivo do MON810”, declarou ontem ao DN um porta-voz do Ministério da Agricultura.

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Alemanha suspende cultivo e comercialização de milho GM

Por alegado perigo para o ambiente
Alemanha suspende cultivo e venda de milho geneticamente modificado

14 Abril 2009 – Público.PT | GMO-Compass

“Cheguei à conclusão que há razões suficientes para acreditar que o milhor geneticamente modificado do tipo MON 810 (produzido pela companhia norte-americana Monsanto) representa um perigo para o ambiente”, declarou a ministra da Agricultura alemã, Ilse Aigner.

A decisão radical de proibição de cultivo e da venda do milho geneticamente modificado na Alemanha terá efeitos já na próxima colheita e assume especial importância numa altura em que a Comissão Europeia se esforça em convencer países com a Áustria e a Hungria a retomar o cultivo do MON 810. A França e a Grécia também impuseram, no início de 2008, restrições ao cultivo do milho. Em Portugal, o ministério da Agricultura decidiu no ano passado divulgar publicamente a lista das zonas cultivadas com milho transgénico MON 810 em território nacional.

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AFSSA contra a proibição de milho GM MON810

Agência Francesa de Segurança Alimentar deita por terra supostos argumentos científicos
do estudo austríaco utilizado por países para proibir milho GM

6 Abril 2009 – Agrodigital

A AFSSA – Agência Francesa de Segurança Alimentar declarou em comunicado ter avaliado o estudo da Áustria que tem sido utilizado por aquele país, e por outros da União Europeia, para justificar a proibição do milho MON810.

Esse estudo austríaco declara que o milho geneticamente modificado tem efeito nocivo para a saúde de pessoas e animais e tem como base estudo experimental em roedores. A AFSSA declarou que este estudo apresentado pelo governo Asutriaco apresenta graves deficiências ao nível experimental e interpretação dos resultados incorrecta com base em cálculos incorrectos.

A Agência Francesa de Segurança Alimentar fez uma avaliação rigorosa deste estudo, que não tinha sido até agora objecto de avaliação por outro comité ou revista científica, e concluiu que este estudo não indica que o milho MON810 seja menos seguro que qualquer outro tipo de milho, não apresentando qualquer risco adicional para a saúde.

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Anpromis defende ensaios com milho GM


ANPROMIS defende testes com milho geneticamente modificado

2 Abril 2009 – Agroportal

A Associação Nacional dos Produtores de Milho e Sorgo (ANPROMIS) defendeu a realização dos ensaios com milho geneticamente modificado NK 603, pedidos pela multinacional Monsanto para os concelhos de Évora e Salvaterra de Magos.

«A experimentação de novas variedades de milho geneticamente modificado (OGM) em Portugal deve ser apoiada, desde que as regras de coexistência sejam garantidas pelas autoridades competentes», afirmou a ANPROMIS.

Em comunicado a associação diz ser «favorável» à realização dos ensaios com variedades de milho NK 603, resistente a herbicidas à base de glifosato.

A notificação relativamente ao pedido da multinacional da indústria agroquímica Monsanto para a realização dos ensaios, por um período de três anos, encontra-se em consulta pública.

A Monsanto pretende efectuar os ensaios em três locais de libertação, um deles em Salvaterra de Magos (Santarém), no Núcleo de Ensaios e Controlo de Escaroupim, da Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural.

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Boletim Informativo do CiB Nº2 – Julho 2007

Boletim Informativo do CiB
Nº2 – Julho 2007

Destaques

  • Cultivos biotecnológicos 2007: Área de milho transgénico triplica em Portugal
  • Divulgação de informação incorrecta é injustificável: Pólen de milho não é disseminado por abelhas – Referências Bibliograficas Utilizadas – Download Aqui
  • Marcos históricos 2006: Biotecnologia e Agricultura

Actividades CiB

  • Workshop Biotecnologia e Sociedade
  • Distribuição gratuita “Biotecnologia das Plantas”
  • Seminário – Biocombustíveis
  • Divulgação do Relatório do ISAAA 2006
  • Visita de deputados a laboratórios
  • Divulgação de mega-estudo – Não foram detectados transgenes em animais
  • Exposição sobre ensaios de campo com variedades GM em Portugal
  • Conferência Alimentos transgénicos e mudanças tecnológicas
  • CiB na AR
  • Jornadas de Eng. Biológica
  • Formação em OGMs
  • Pegada ambiental Equilíbrio na avaliação de novas tecnologias
  • Livro – Jornalismo e Agrobiotecnologia
  • Não aprovação de culturas GM e impactos económicos
  • Inexistência de transgenes em gado alimentado com rações GM

Boletim Informativo do CiB Nº1 – Maio a Agosto 2006

Boletim Informativo do CiB
Nº1 – Maio a Agosto 2006


Destaques

  • Estudos em Espanha: Coexistência de Milho Convencional e Bt
  • OGMs no Contexto da Agrobiotecnologia

Actividades CiB

  • CiB no ICABR em Itália
  • CiB na EFSA
  • Visita de Deputado da AR a Laboratório de Biotecnologia
  • Estudo em Portugal: Coexistência de Milho Bt e Convencional
  • Seminário: Biotecnologia na Agricultura Portuguesa
  • Conferência Internacional

Boletim Informativo do CiB – Nº 0 – Jan-Abr 2006


Boletim Informativo do CiB

Nº 0 – Jan-Abr 2006


Destaque

  • Conferência Internacional sobre Coexistência

Actividades CiB

  • Zonas Livres de Transgénicos em Portugal sem Fundamento Científico
  • Sessões de esclarecimento com agricultores
  • Conversas com Política sobre Agrobiotecnologia

Reportagem CiB

  • Projecto “Despertar para a Bioética”

Download do Boletim Informativo do CiB