Agricultura | Agenda da Inovação promete mais competitividade

Créditos da imagem: João Bica

A Agenda da Inovação para a Agricultura 2030 foi apresentada hoje, no Cartaxo, pela ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque. Trata-se de um plano estratégico a 10 anos para o setor, tendo como foco principal o crescimento da agricultura nacional, através, entre outras medidas, de um maior investimento na I&D.

A Agenda da Inovação traça a estratégia que o Ministério da Agricultura pretende implementar até 2030. Mais saúde (aumentar em 20% o nível de adesão à Dieta Mediterrânica); mais inclusão (instalar 80% dos novos jovens agricultores em territórios de baixa densidade); mais rendimentos (aumentar o valor da produção agroalimentar em 15%); mais futuro (mais de metade da área agrícola em regimes de produção sustentável reconhecidos) e mais inovação (aumentar em 60% o investimento em investigação e desenvolvimento) são as principais metas deste plano.

“A dez anos queremos uma agricultura mais competitiva, mais moderna, e que tenda a garantir a nossa autonomia estratégica. Para isso, desenvolvemos esta Agenda, onde a inovação, a tecnologia e o conhecimento são a base para o desenvolvimento das políticas públicas, em consonância com o Programa do Governo para responder aos desafios estratégicos que assumimos, as alterações climáticas, a demografia, as desigualdades e a transição digital, alinhados com os objetivos previstos no Pacto Ecológico Europeu e na estratégia ‘Do Prado ao Prato’, da Comissão Europeia, bem como nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável [ODS] das Nações Unidas”, afirmou a ministra da Agricultura numa entrevista exclusiva ao Jornal Económico.  

Gravação| Perdeu o webinar “Aplicações da edição do genoma na agricultura e na medicina”?

Para quem não teve oportunidade de assistir em direto ao webinar CiB sobre as “Aplicações da edição do genoma na produção de alimentos e na medicina”, no dia 16 de julho, disponibilizamos aqui a gravação do evento.

O CiB-Centro de Informação de Biotecnologia realizou, no dia 16 de julho, às 18h00, um debate online sobre a utilização da tecnologia de edição do genoma quer no desenvolvimento de novas terapêuticas moleculares, quer no desenvolvimento de variedades vegetais adaptadas às necessidades atuais de garantir a segurança e qualidade alimentares.

Moderado pelo Professor Doutor Pedro Fevereiro, biólogo, investigador e presidente da Direção do CiB, o evento contou com as intervenções do Professor Doutor António Vaz Carneiro, médico, especialista em Medicina Interna, Nefrologia e Farmacologia Clínica, presidente do Conselho Científico do Instituto de Saúde Baseado na Evidência, Ana Paula Carvalho, Engenheira Agrónoma, Subdiretora Geral da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária – DGAV, a Professora Doutora Margarida Oliveira, bióloga, investigadora e diretora do laboratório de Genómica do Stress das Plantas e Professora Associada do ITQB NOVA e a Doutora Ana Sofia Coroadinha, bioquímica, investigadora e Professora Auxiliar do ITQB NOVA/IBET.

Durante uma hora e meia, estes especialistas deram resposta a questões como:
• O contínuo desenvolvimento de ferramentas moleculares para editar o genoma, o contínuo aumento do número de organismos sequenciados e o contínuo aumento da re-sequenciação (quer dos genomas humanos, quer de outras espécies, em particular das espécies agrícolas), permite prever uma nova era para as ciências biológicas?
• Estas ferramentas permitem responder a questões científicas que antes nos estavam vedadas?
• Existem já exemplos de como estas aplicações permitem produzir novos conhecimentos fundamentais?
• A utilização da edição do genoma para fins terapêuticos e para fins de produção alimentar coloca desafios éticos e regulamentares? Quais são esses desafios?
• São estes desafios diferentes dos que se colocavam antes do desenvolvimento desta tecnologia?
• Os utilizadores dos produtos desta tecnologia (ou conjunto de tecnologias) estão preparados para aceitar as suas aplicações?
• Existe uma diferença significativa no uso e na regulamentação destas aplicações quando se olha para o mundo da medicina (em particular da terapêutica) e para o mundo da produção alimentar?

Para quem não teve oportunidade de assistir em direto ao webinar CiB sobre as “Aplicações da edição do genoma na produção de alimentos e na medicina”, no dia 16 de julho, disponibilizamos aqui a gravação do evento.

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Estudo | Variedades GM aumentam produtividade e reduzem emissão de gases

Novo estudo do economista agrícola Graham Brookes confirma e reforça os benefícios sociais, económicos e ambientais do cultivo de variedades geneticamente modificadas.

O economista agrícola britânico Graham Brookes, da PG Economics (Reino Unido), acaba de tornar público o seu mais recente relatório,  “O impacto social, económico e ambiental global das variedades GM” [geneticamente modificadas], cujos principais resultados reforçam o que o autor já havia concluído num estudo anterior, de 2018, intitulado  “Vinte e um anos de milho resistente a insetos (GM) em Espanha e Portugal – contribuições agrícolas, económicas e ambientais”,  apresentado e comentado em Portugal pelo próprio autor no Seminário “Poderá a agricultura portuguesa usufruir das Novas Técnicas de Melhoramento”.

Na investigação que desenvolveu para este novo trabalho, Graham Brookes verificou que a utilização da biotecnologia na agricultura continua a permitir maiores níveis de produtividade, com um aumento dos rendimentos dos agricultores (quase 19 mil milhões de dólares em 2018) e com benefícios ambientais significativos (reduziu as emissões de carbono em 23 mil milhões de quilos, o equivalente a remover 15,3 milhões de carros das estradas naquele ano). “A tecnologia das culturas GM continua a dar uma contribuição importante quer para reduzir a pegada ambiental da agricultura, quer para garantir o fornecimento global de alimentos de uma forma mais sustentável.”, lê-se no comunicado publicado no site da PG Economics.

Principais conclusões do relatório divulgado hoje pela PG Economics:

• A biotecnologia agrícola reduziu significativamente os gases de efeito estufa emitidos pelas atividades agrícolas, ajudando os agricultores a adotar práticas mais sustentáveis, como a redução da mobilização do solo. Além de diminuir a queima de combustíveis fósseis, esta prática também retém mais carbono no solo. Se as culturas GM não tivessem sido cultivadas em 2018, por exemplo, mais 23 mil milhões de kg de dióxido de carbono teriam sido emitidos para a atmosfera, o que equivaleria à circulação de 15,3 milhões de carros às estradas.

• De 1996 a 2018, a biotecnologia agrícola reduziu a aplicação de produtos químicos de síntese em 776 milhões de quilos, o que corresponde a uma redução global de 8,6%. Ou seja, os agricultores que cultivam variedades GM reduziram o impacto ambiental associado às suas práticas de proteção de culturas em 19%.

Como referido, Gaham Brooks é também autor do estudo “Vinte e um anos de milho resistente a insetos (GM) em Espanha e Portugal – contribuições agrícolas, económicas e ambientais,  apresentado e comentado em Portugal pelo próprio autor no Seminário “Poderá a agricultura portuguesa usufruir das Novas Técnicas de Melhoramento”, organizado pelo CiB-Centro de Informação de Biotecnologia em parceria com a CAP e a Embaixada dos Estados Unidos em Portugal, no dia 11 de junho de 2019, na Feira Nacional de Agricultura. Este estudo analisa exaustivamente, com vários exemplos e dados estatísticos, os impactos económicos e ambientais do cultivo desta variedade de milho, desde que se iniciou o seu cultivo em Portugal e Espanha. De salientar que o autor foi o primeiro a fazê-lo, tendo como foco a contribuição económica e ambiental do milho transgénico.

Mais informações no relatório ou, numa versão mais resumida, no comunicado da PG Economics.

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Webinar | Edição do genoma na produção de alimentos e na medicina

16 de julho 2020 |18H00

https://zoom.us/j/97188717142

O CiB-Centro de Informação de Biotecnologia realiza, no dia 16 de julho, às 18h00, um debate online sobre a utilização da tecnologia de edição do genoma quer no desenvolvimento de novas terapêuticas moleculares, quer no desenvolvimento de variedades vegetais adaptadas às necessidades atuais de garantir a segurança e qualidade alimentares.

Sob o tema “Edição do Genoma: Aplicações na produção de alimentos e na medicina”, este webinar contará com a intervenção de investigadoras da área da biologia vegetal e da área da saúde, um médico e uma responsável pela fiscalização do uso da tecnologia. Estes especialistas irão falar, à luz do conhecimento científico atual, das potencialidades da edição do genoma para a solução de diversos problemas na produção de alimentos – como a melhoria da qualidade ou o aumento da resistência a pragas e doenças – e na terapêutica, nomeadamente no tratamento e cura de doenças do foro genético.

Moderado pelo Professor Doutor Pedro Fevereiro, biólogo, investigador e presidente da Direção do CiB, o evento terá como participantes o Professor Doutor António Vaz Carneiro, médico, especialista em Medicina Interna, Nefrologia e Farmacologia Clínica, presidente do Conselho Científico do Instituto de Saúde Baseado na Evidência, a Engenheira Agrónoma Ana Paula Carvalho, Subdiretora Geral da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária – DGAV, a Professora Doutora Margarida Oliveira, bióloga, investigadora e diretora do laboratório de Genómica do Stress das Plantas e Professora Associada do ITQB NOVA e a Doutora Ana Sofia Coroadinha, bioquímica, investigadora e Professora Auxiliar do ITQB NOVA/IBET.

Será uma sessão em direto e aberta a todos os interessados no tema.

16 de julho 2020 |18H00 | link de acesso: https://zoom.us/j/97188717142

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Webinar | Estratégias “Do Prado ao Prato” e “Biodiversidade” em debate

A FSN-Farmers Scientists Network realizou um debate em direto sobre as estratégias da Comissão Europeia “Do Prado ao Prato” e “Biodiversidade 2030”, que contou com a intervenção de investigadores e agricultores.

No Webinar promovido pela FSN-Farmers Scientists Network, investigadores e agricultores falaram dos desafios que se impõem a toda a produção agrícola europeia depois de a Comissão Europeia ter apresentado, recentemente, as estratégias “Do Prado ao Prato” (F2F) e “Biodiversidade 2030”. Para além de soluções que ajudam os agricultores a cumprirem as metas definidas em ambas as estratégias, e tendo em conta o impacto da Covid-19 em todo o sistema alimentar, os participantes discutiram o potencial da edição do genoma para fortalecer a segurança alimentar e tornar as culturas locais mais resilientes.

Gravação do debate aqui.

Doenças | UE altera estratégia contra Xylella fastidiosa

Créditos: revista Phytoma

A Comissão Europeia abriu uma consulta pública sobre novas medidas para impedir a introdução e a propagação de Xylella fastidiosa. O novo documento, que substituirá a Decisão da UE 2015/789, reduz a área de erradicação e isso, inevitavelmente, reduz a área em que é obrigatório o arranque das árvores.

De acordo com o novo documento, cujo rascunho esteve disponível para consulta pública até ao dia 7 de julho, em cada área demarcada apenas será obrigatório arrancar as árvores infetadas por Xylella fastidiosa (Xf), havendo a possibilidade de replantar variedades sensíveis à Xf multiplex que não obtiveram resultados positivos em pelo menos dois anos, como por exemplo oliveiras e cerejeiras (exceto em territórios com planos de contenção).

As alterações à legislação em vigor permitem também o uso da madeira desenraizada e a remoção de uma área demarcada após quatro anos sem sinais da presença de Xf (atualmente são cinco anos) e proíbem a saída de espécies hospedeiras da bactéria.

Estas medidas deverão entrar em vigor até ao final agosto.

Mais informação na revista Phytoma.

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Webinar | “Edição do genoma: aplicações na produção de alimentos e na medicina”

O CiB-Centro de Informação de Biotecnologia realiza, no dia 16 de julho, às 18h00, um debate online sobre a utilização da tecnologia de edição do genoma quer no desenvolvimento de novas terapêuticas moleculares, quer no desenvolvimento de variedades vegetais adaptadas às necessidades atuais de garantir a segurança e qualidade alimentares.

Sob o tema “Edição do Genoma: Aplicações na produção de alimentos e na medicina”, este webinar contará com a intervenção de investigadoras da área da biologia vegetal e da área da saúde, um médico e uma responsável pela fiscalização do uso da tecnologia. Estes especialistas irão falar, à luz do conhecimento científico atual, das potencialidades da edição do genoma para a solução de diversos problemas na produção de alimentos – como a melhoria da qualidade ou o aumento da resistência a pragas e doenças – e na terapêutica, nomeadamente no tratamento e cura de doenças do foro genético.

Moderado pelo Professor Doutor Pedro Fevereiro, biólogo, investigador e presidente da Direção do CiB, o evento terá como participantes o Professor Doutor António Vaz Carneiro, médico, especialista em Medicina Interna, Nefrologia e Farmacologia Clínica, presidente do Conselho Científico do Instituto de Saúde Baseado na Evidência, Ana Paula Carvalho, Engenheira Agrónoma, Subdiretora Geral da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária – DGAV, a Professora Doutora Margarida Oliveira, bióloga, investigadora e diretora do laboratório de Genómica do Stress das Plantas e Professora Associada do ITQB NOVA e a Doutora Ana Sofia Coroadinha, bioquímica, investigadora e Professora Auxiliar do ITQB NOVA/IBET.

Será uma sessão em direto e aberta a todos os interessados no tema.

SAVE THE DATE: 16 de julho, às 18h00. Brevemente será divulgado link de acesso.

CRISPS-Cas9 | InnovplantProtect usa tecnologia para desenvolver plantas resistentes a pragas e doenças

O Laboratório Colaborativo InnovPlantProtect (InPP), em Elvas, foi tema de um artigo publicado na última edição da revista Exame Informática (julho 2020), com foco na tecnologia de edição do genoma CRISPR-Cas9 que este CoLab está a utilizar no desenvolvimento de variedade vegetais resistentes a pragas e doenças que afetam culturas muitos importantes em Portugal, como oliveiras, amendoeiras, arroz, trigo e outras, sem uso de matérias poluentes.

Além de explicar como funciona esta nova técnica genómica de “cortar e colar”, o artigo, que se baseia numa entrevista a Pedro Fevereiro, CEO do InPP, aponta as doenças e pragas já identificadas como prioritárias pelo InnovPlantProtect: a Xylella fastidiosa no olival, a ferrugem amarela no trigo e a Piriculariose no arroz.

Leia o artigo na edição impressa de julho da Exame Informática.

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OGM | Relatório conclui que milho transgénico não causa efeitos adversos

Para além de concluir que a produção de milho Bt (geneticamente modificado para resistir ao ataque da lagarta) não revelou qualquer efeito adverso, o relatório afirma também que a sua utilização diminuiu significativamente a necessidade de usar inseticidas e aumentou a produção. O documento inclui também uma revisão exaustiva sobre segurança alimentar e ambiental.

Para a elaboração do relatório “Resultados de dez anos de monitorização ambiental pós-comercialização de milho geneticamente modificado MON 810 na União Europeia”, publicado na revista PLOS ONE, foram recolhidos dados junto de 2.627 agricultores de Portugal, Espanha, França, Alemanha, Eslováquia, Roménia e República Checa.

O documento, que analisa exaustivamente os efeitos ambientais do cultivo de milho transgénico MON 810 durante um período de dez anos, inclui os resultados obtidos com a realização de questionários a agricultores que produziram esta variedade entre 2006 e 2015, bem como um levantamento completo de estudos científicos sobre o assunto.

Com este relatório, os autores pretendiam aferir se são corretas as premissas na avaliação dos riscos ambientais sobre o aparecimento e impacto de possíveis efeitos adversos do cultivo do milho Bt e identificar qualquer efeito negativo da sua utilização na saúde humana, animal ou ambiental que não havia sido previamente previsto.

Estes resultados estão em concordância com a avaliação da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), que em resposta ao pedido de renovação desta variedade de milho em 2007: “… MON 810 é tão seguro como a variedade convencional quanto aos possíveis efeitos na saúde humana e animal. O Painel da EFSA sobre Organismos Geneticamente Modificados também conclui que é improvável que o milho MON 810 tenha algum efeito adverso sobre o meio ambiente no contexto dos usos previstos …”

Os resultados do estudo publicado na PLOS ONE são também consistentes com o histórico de 17 anos (2003-2019) de utilização segura do MON 810 na União Europeia.

Leia o estudo completo aqui.  

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Inovação | Portugal alcança grupo dos “fortemente inovadores”

Portugal  integra o grupo dos países “fortemente inovadores”, sendo agora o 13º país mais inovador da União Europeia, de acordo com a edição de 2020 do European Innovation Scoreboard. É a melhor posição de Portugal  de sempre neste ranking e reflete o aumento da capacidade de inovação das empresas, das entidades de Investigação&Desenvolvimento (I&D) e da generalidade dos atores do Sistema Nacional de Inovação.

A Comissão Europeia divulgou hoje o Painel Europeu da Inovação 2020, que mostra que o desempenho da inovação continua a melhorar em todos os países da União Europeia, superando os Estados Unidos pelo segundo ano consecutivo. No entanto, lê-se no relatório, é preciso fazer mais para alcançar os líderes globais de inovação como Coreia do Sul, a Austrália e o Japão.

Os resultados, que abrangem dados de 2019, destacam as oportunidades para melhor coordenar as políticas de inovação da UE, podem ajudar a Europa a melhorar sua competitividade global e fortalecem o papel fundamental da inovação na superação da pandemia de coronavírus.

A Suécia continua a liderar a inovação na UE, seguida pela Finlândia, Dinamarca e Holanda. Este ano, o Luxemburgo (antes “fortemente inovador”) junta-se aos líderes da inovação, enquanto Portugal (anteriormente um inovador moderado”) alcança o grupo dos “fortemente inovadores”.

Leia o relatório integral aqui.